Sentado ou em pé? o que é melhor para nossa saúde?

 
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22/04/2014 - Sentado ou em pé? o que é melhor para nossa saúde?


Por Osny Telles Orselli

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Em comemoração ao dia 28 de abril, o engenheiro Osny Telles Orselli traz interessante reportagem: " em pé ou sentado - qual a melhor posição para se trabalhar?" podemos dizer - DEPENDE!


22 de abril de 2014


• 11h51 BBC BRASIL.com


Os últimos estudos sugerem que permanecer sentado durante o trabalho pode causar problemas cardiovasculares ou deixar o corpo vulnerável à diabetes. E muitas pessoas não tem como resolver esses problemas com prática de exercícios em academias.


A cultura de conforto no espaço doméstico também ajuda pouco quando se tenta evitar um estilo de vida sedentário. Uma solução seria buscar novas concepções no que concerne o espaço de trabalho, buscar formas de reduzir o tempo em que o trabalhador permanece sentado.


Esse desafio significa repensar a arquitetura, ter dinheiro para investir nisso e tentar mudar a rotina de trabalho. O investimento é caro. Só as mesas ajustáveis que permitem trabalhar sentado ou de pé podem custar centenas de dólares.


O modelo atual comum, de fileiras de mesas de trabalho, que tem a vantagem de economizar espaço, não serve para os empregadores que querem um estilo mais ativo.


Energia e criatividade
Os que defendem um tempo maior de pé durante o trabalho afirmam que esta nova forma de trabalhar é benéfica não apenas para a saúde, mas também para a energia e criatividade dos funcionários. E muitas grandes companhias estão começando a levar a sério estas afirmações.


A gerência das instalações da companhia americana GE na Grã-Bretanha está considerando a possibilidade de dar uma escolha aos funcionários. "Sabe-se cada vez mais que períodos longos de comportamento sedentário têm um efeito adverso para a saúde, então estamos tentando introduzir mesas para (os funcionários ficarem) em pé", disse o engenheiro da GE Jonathan McGregor.


No entanto, o custo precisa ser calculado. As grandes empresas estão levantando os dados sobre doenças e folgas dos trabalhadores antes de tomar uma decisão.


Preços
Os preços podem variar, mas uma mesa que permita trabalhar em pé geralmente custa mais do que as mesas convencionais.


Na Grã-Bretanha, por exemplo, empresas cobram entre 500 libras (quase R$ 1,9 mil) e 400 libras (quase R$ 1,5 mil) por cada uma destas mesas quando são feitos pedidos de 50 ou mais unidades. O preço de uma mesa normal é de 172 libras em média (R$ 642).


Além da diferença do custo, há também outra questão: as pessoas precisarão escolher se vão ficar sentadas ou em pé. Obrigar os funcionários a ficar em pé pode prejudicar o moral no local de trabalho.


Alan Hedge, especialista em ergonomia é cético em relação a este tipo de mudança entre os trabalhadores. Alguns simplesmente vão querer continuar sentados e os que tiverem mesas ajustáveis poderão ter desentendimentos com os que permanecem sentados.


Hedge acredita que os chefes deveriam estimular os funcionários a se mover mais dentro do escritório. "Precisamos tratar a experiência de trabalhar sentado como a de dirigir. É preciso fazer pausas regularmente", afirmou.


Conceito
O conceito de permanecer sentado em um local de trabalho é uma inovação recente, segundo Jeremy Myerson, professor de design no Royal College of Art. "Se você analisar o final do século 19", disse o professor, os escrivãos vitorianos podiam ficar em pé em frente às suas mesas "e se moviam muito mais".


"É possível ver o escritório industrial dos últimos cem anos como uma espécie de aberração na trajetória dos hábitos de trabalho dos últimos mil anos, quando sempre nos movimentamos", acrescentou.



O que mudou tudo no século 20 foi o modelo de produção chamado de "taylorismo", quando estudos de uso de tempo e movimentação foram aplicados ao trabalho de escritório. "É muito mais fácil supervisionar e controlar as pessoas quando elas estão sentadas", disse Myerson.



O professor sugere que, nos Estados Unidos e Grã-Bretanha, há uma "tendência de tratar o projeto do local de trabalho como custo e não como investimento".


Myerson lembra que nem todos seguem esta tendência. "A Dinamarca acabou de determinar que os empregadores ofereçam aos funcionários mesas para sentar ou para ficar em pé."


O professor lembra que é preciso dar uma escolha aos funcionários, ao invés de simplesmente obrigá-los a ficar em pé. "Muitas pessoas sentem que ter sua própria mesa e cadeira é um símbolo de segurança e status no trabalho", disse.


Mesa mais alta
Quando o apresentador da BBC Chris Bowlby resolveu colocar isto em prática, ele precisou ocupar um canto mais afastado do escritório, que pudesse acomodar uma mesa mais alta - que não tinha sido projetada para o trabalho regular - para poder trabalhar de pé.


"Consegui apenas encontrar uma mesa fixa mais ou menos da minha altura, usada para trabalhos específicos, técnicos. A conexão do computador era ruim e não havia um telefone. Me disseram que mudar tudo isso sairia caro", disse.


"Gurus do designer falam muito sobre a tecnologia móvel liberando os trabalhadores. Mas, para muitos, a necessidade de um computador e de uma linha fixa ainda funciona mais como uma amarra", acrescentou o jornalista.


Bowlby afirma que, depois de algumas dores iniciais, ele começou a se acostumar com o trabalho em pé, voltar a se sentar em uma cadeira parecia mais apertado do que antes.


"Mas, enquanto estava em pé, fiquei distante de meus colegas, a maioria deles se perguntando o que será que eu estava fazendo."


Trabalhar em pé seria bom para a saúde do funcionário. Foto BBC Brasil


O artigo acima com ilustrações foi publicado pela BBC na data indicada pela Internet.


Houve repercussão pela TV e medias sociais.


Já estão falando que será o fim das cadeiras, que elas desaparecerão dentro de poucos anos!


Na realidade, o que deve ser objeto de estudo é o estilo de vida e a maneira como nos comportamos.


Não há dúvida que em poucos anos, nossos hábitos foram forçados a se alterar. O mundo moderno do progresso, das grandes invenções, da alta tecnologia, na realidade, está sendo pensado que não trouxe assim grande progresso.


Lembro que eu podia chegar ao aeroporto meia hora antes de embarcar para Paris e sempre encontrava lugares vazios na classe econômica. Isso é progresso?


Este exemplo simples dá reflexões ao nosso mundo moderno, com grandes realizações. Como se trabalhava, se fazia grandes negócios, grandes projetos sem lap tops, celulares e até sem fax!


Trazido ao comportamento humano, este “progresso” trouxe grandes e graves consequências à chamada qualidade de vida.


E vida se deve pensar em trabalho, pois passamos a maior parte de nossa vida trabalhando, no local de trabalho ou nos metrô ou trem ou ônibus ou automóveis.


Já imaginou o tempo que passamos e desperdiçamos durante o transporte? E nos grandes centros brasileiros a coisa é terrível, para não dizer catastrófica. Tempo para andar até o ponto de ônibus em calçadas (quando há) esburacadas, ponto ou abrigo que de abrigo só tem nome, ônibus altos, desconfortáveis, sem transmissão automática que prejudica principalmente o coitado do motorista que necessita trovar de marchas um sem número de vezes. Climatização é supérfluo. Quantidade de passageiros por metro quadrado é um terror.


E o pobre no trabalhador que em muitas vezes precisa tomar três ou até quatro conduções para ir e outras para voltar, como ele vai chegar ao seu local de trabalho ou na volta, como ele vai enfrentar uma aula noturna quase sempre necessária para sua ascensão ou o conforto (!) do seu lar para recomeçar tudo de novo no dia seguinte?


E o local de trabalho no Brasil, como andam as coisas?


Nossa experiência mostra que vai mal. Melhorou muito com as Leis Federais chamadas NRs ou Normas Regulamentadoras no Ministério do Trabalho e Emprego MTE.


Mas a NR principal a NR 17 que trata de ergonomia é super recente e sua fiscalização é pífia.


Ergonomia é a ciência que trata do conforto em qualquer lugar, notadamente no trabalho. “ERGO” força e, portanto, ergonomia estuda as tarefas e posições que ofereçam menos força ou esforço.


No trabalho isso está preponderantemente ligado à mesa ou bancada de trabalho e a.....  cadeira.


E além da cadeira, como posicionar sua tela, teclado e mouse do computador.  Como apoiar os pés para que o contato permanente da lombar seja acionado em uma cadeira?


Assim o artigo acima escrito mais para inglês ver merece nossos aplausos mais pelo chamamento da atenção do problema de conforto no local de trabalho do que a ideia de se trabalhar ... de pé.


Veja que o nome cadeira aparece de maneira genérica, pois o correto seria chamarmos de um assento, pois temos bancos, semi bancos, bancos para trabalhar em pé e sentados!


Quem acompanha nossos trabalhos em ergonomia há quase vinte anos sabe que somos literalmente a soluções mirabolantes e caras.


Levantamento dos esforços com arquivos em vídeo e dinamômetros são muito bonitos e interessantes, mas não quando se vê que trabalhadores no nordeste sequer dispõe de sapatos de segurança em seus locais de trabalho e os acidentes e doenças de trabalho se multiplicam a olhos vistos.


A Ergonomia que defendemos foca nas 24 horas do trabalhador, sete dias por semana. Como ele vive, onde mora, o que faz nos fins de semana, quantas conduções ele toma para ir e retornar? Estuda? E finalmente o seu local de trabalho.


Bem iluminado, ventilado, temperatura controlada?


Tem café da manhã com pão e margarina e claro café com leite?


Daí se parte para pausas frequentes, micro pausas, alongamentos a cada hora através da ginástica do gato que engloba a hidratação (vide Internet) e finalmente sua bancada e sua ...... cadeira.


Claro que quem nos conhece sabe que defendemos a permanente mudança de funções, que defendemos o trabalho ora em pé e ora sentado.


Sabe que defendemos mesas com altura regulável que não são tão custosas assim e uma cadeira verdadeiramente ergonômica.


É incrível como ainda fazemos economia grotesca com cadeiras ruins, desconfortáveis. E olhe que uma cadeira ergonomicamente boa não é necessariamente uma cadeira boa mecanicamente e a beleza é um acessório, apenas.


Uma cadeira boa mecanicamente e ergonomicamente simples pode ser encontrada na media dos R$ 500,00 com garantia de até cinco anos.


Claro que para postos de trabalho além dos escritórios, precisamos estudas suas alturas, sua aptidão em suportar determinadas necessidades básicas em função do ambiente de trabalho como abrasivos, calor, respingos, poeira, área limpa, higienização, etc.


Tudo começa por boa AET isto é uma Análise Ergonômica do Trabalho que, aliás, é obrigatória em todas as empresas.


E veja que com o advento do chamado E-SOCIAL que em breve será obrigatório sua adoção que terá a supervisão da draconiana Super Receita, doenças que a ergonomia pode prevenir ou evitar como as musculo esqueléticas, lesões da coluna e afins serão tratadas individualmente.


Assim vamos encarar este belo artigo da BBC como um alerta ao Brasil!  Vamos investir no estudo dos esforços que o trabalhador se submete a partir do despertador. Para isso a Ergonomia no sentido mais amplo como defendemos, abrangendo a ergonomia de correção, concepção e principalmente a ergonomia de conscientização quando treinamos nossos colaboradores a se conscientizar sobre a importância que deve dar a seu corpo com suas limitações está à disposição das empresas. Deve ser pensada em investimento e não custos. Até o seu retorno pode ser estimado como gostam nossos economistas.


Osny Telles Orselli *


*Engenheiro mecânico e de segurança do trabalho.


Pioneiro em ergonomia no Brasil quando trouxe dos EUA os primeiros apoios de pés, suportes de teclado e suportes de coluna há 20 anos. Defensor e entusiasta da Ergonomia da Conscientização ainda pouco conhecida.


Membro da Human Factors and Ergonomic Society, do US National Safety Council e da American Society of Safety Engineers.


Autor da divertida, sem custo, Ginástica do Gato que pode ser vista pela Internet já adotada e elogiada por milhares de internautas e empresas.http://www.mundoergonomia.com.br/website/artigo.asp?cod=1847&idi=1&moe=74&id=3221



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